13 de agosto de 2013

[FANFIC] - CAPÍTULO 51-3: ANYTHING COULD HAPPEN



Ally pov. - Oi Ally. - Troy disse. Por um minuto, eu fiquei congelada onde estava, sem esboçar nenhuma reação. Ele está ainda mais bonito do que antes, e a minha vontade de me atirar em seus braços é inevitável. - Oi Troy. - Ele sorriu brevemente. Deus, como pode ser tão lindo? - O que faz aqui? - Minha voz mostrou uma rispidez desnecessária e o sorriso sumiu do seu rosto, voltando ao semblante sério. - Acho que precisamos conversar. - Ele diz e eu sinto a raiva me invadir. Como ele ousa? - Conversar Troy? Conversar? Você termina comigo, me chama de vadia e depois vem aqui como se nada tivesse acontecido? Qual a droga do seu problema?! - Eu digo, num fôlego só, exasperada. - Eu sei, Allyson. Eu sei. - Ele bagunça os cabelos, em sinal de nervosismo. - Eu fui um babaca por isso. Me desculpe. - Troy... - Não, me deixe continuar. - Ele pede e eu balanço a cabeça afirmando. - Eu estava de cabeça quente. Como você se sentiria no meu lugar? É difícil, Ally. - O fitei por um instante. Os seus olhos me pareciam mais azuis do que nunca. - Troy, eu não consigo. Você sabe quanto tempo eu fiquei trancada naquela droga de quarto? Tudo porque você não sabe controlar a merda da sua raiva! Eu não posso ficar perto de alguém tão inconstante. - A feição culpada, de repente, se tornou raivosa. Ah não. - É por ele, não é? Pelo regatinha. - Soltou um riso irônico. As lágrimas já se acumulavam em meus olhos. - Eu deveria saber. - É disso que eu estou falando, Troy. Num momento você está todo arrependido me pedindo desculpas, e no outro está prestes a me dar um tapa. Eu não posso conviver com isso. - Eu digo, friamente, apesar das lágrimas escorrendo pelo meu rosto. Troy me observa por um momento, suas mãos estão fechadas em punhos, e eu me senti momentaneamente amedrontada com a cena. Ele fecha os olhos com força e depois os abre, estava mais calmo dessa vez. - Eu nunca machucaria você, Ally. - Ele diz. - Quem garante que não? - Respondo. Mas a minha voz não passa de um sussurro. - Eu garanto. - Ela fala, firmemente. - Acho melhor eu ir embora. Seu namorado está vindo aí, e eu não garanto não machuca-lo. - Vai. - É a única coisa que eu consigo dizer. Uma briga é tudo o que não precisamos agora. Troy me encara e depois abaixa a cabeça, indo embora e eu enxugo as lágrimas rapidamente, antes que Drew veja. - Ally? Aconteceu algo? O que ele tava fazendo aqui? Ele machucou você? - Perguntou tudo de uma vez e eu só sussurrei um "estou bem" em resposta. Se antes estava bem, agora é totalmente o contrário. Me sinto toda bagunçada por dentro. É como se toda a mágoa, toda a dor tivessem sido desenterradas e se instalassem em mim agora. Eu só quero algo que faça isso parar, ao menos momentaneamente, não quero um martírio agora. Drew me observa preocupadamente e num impulso, pego sua mão, o levando apressadamente até meu quarto. Ele apenas me segue, calado. Tranco a porta e o beijo furiosamente. Drew parece entender o que eu queria, e retribui o beijo. Nossas roupas vão ficando pelo caminho até a cama e no minuto seguinte, eu sou momentaneamente dele. Arranho suas costas, como um sinal para não parar o seus movimentos, e algum tempo depois, estamos deitados e ofegantes. Drew me beija ternamente, e dorme depois de um tempo. Levanto-me sem fazer nenhum ruído e vou até o banheiro. Enquanto tomo um banho, me permito chorar. Sinto-me desolada. Olho no relógio, e são 3:54 da manhã. Não quero voltar para a cama, com Drew. O silêncio lá embaixo avisa que a festá já acabou. Visto um pijama qualquer e sento na poltrona que havia no meu quarto. Me sinto sonolenta, mas ainda me recuso a voltar para a cama. Ela deve estar coberta pelo cheiro de Drew e eu não preciso disso agora. Saio do quarto, tentando fazer o mínimo de ruídos possíveis. Suspiro e vou até o quarto de Normani. Dinah estava com Siope, e alguma coisa me diz que aconteceu algo entre Lauren e Camila hoje. Prefiro não arriscar. Bato na porta levemente, sabendo que o sono de Normani está longe de ser pesado. Ela abre a porta, quase dormindo, mas parece acordar ao ver minha expressão. - Ally? Qual o problema? - Pergunta. - Eu posso dormir com você? - Claro Allycat, entra. Pensei que estava com o Drew. - Ela comenta, acendendo as luzes. - Eu estava. - Engoli em seco. - Mas não quero voltar pra lá. - Por que? Vocês brigaram? - Pergunta, preocupada e eu suspiro. - Nós transamos. - E isso não é bom? - Pergunta, confusa. - Não do jeito que foi. O Troy apareceu aqui, nós brigamos de novo e eu transei com o Drew por impulso, pra afogar as mágoas, entende? - Normani faz um sinal nasal de compreensão e eu deito em seu colo. Ela imediatamente começa a fazer carinho no meu cabelo. - E o que o Troy queria? - Pergunta. - Me pedir desculpas. Mas foi tudo por água abaixo. Isso é uma droga. Nós nos dávamos tão bem, agora não conseguimos ficar no mesmo lugar sem brigar. - Me lamentei. - Entendo você. - Normani comentou. - Entende? - Sim, eu acabei de terminar com Arin, pelo telefone. - Confessou e eu imediatamente levantei. - Oh Mani, você acaba de terminar um namoro e fica aqui tendo que ouvir minhas lamentações... - Digo e Normani ri, suspirando em seguida. - Foi o melhor, Ally. Nossa relação não era mais a mesma, e o término foi una decisão mútua. Apesar de tudo, eu ainda o amo muito, mas agora não é o momento certo pr nós dois. - Respondeu. - Nós e nossos corações partidos. - Brinco e Normani ri. - Vamos acabar as duas velhas, com um monte de gatos. - Normani responde e nós rimos. - Te amo, Manibear. - Te amo mais Allycat.

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